Congregação
Cristã no Brasil
Introdução:
A
Congregação Cristã no Brasil é vista por alguns como uma seita, por outros ,
como um movimento contraditório. Nosso objetivo nesta lição é demonstrar o
caráter sectarista e exclusivista desta Igreja, fato que nos impele a tratá-la
no mínimo como um movimento contraditório; pois suas doutrinas são
fundamentadas em versículos isoladas das Escrituras e mal interpretados, como
também vêem as demais Igrejas como seitas.
1. Fundador:
Luis
Francescon , nascido em 29 de março de l866, na comarca de Cavasso Nuovo,
província de Udine, Itália. Imigrou para os E.U.A. após servir ao exército,
chegando à cidade de Chicago, Estado de Illinois em 1890. No mesmo ano começou
a ter conhecimento do Evangelho através da pregação do irmão Miguel Nardi. Em
1891 teve compreensão do novo nascimento e aceitou a Cristo como seu Salvador.
Em março de ano seguinte, junto ao grupo evangelizado pelo irmão Nardi e
algumas famílias da Igreja Valdense, fundaram a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana,
tendo sido eleito Filippo Grili como pastor e Francescon como diácono e, após
alguns anos, ancião dessa Igreja.
a) Sua experiência com o novo batismo.
Conforme
o próprio relato de Luis Francescon, após três anos de freqüência e organização
da Igreja Presbiteriana Italiana, enquanto lia a Bíblia Sagrada, em Cl 2,12
"Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no
poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos". No momento da leitura ouviu
duas vezes as seguintes palavras "Tu não obedecestes a este meu
mandamento". A partir daí, inicia o questionamento do batismo por aspersão
praticado pelo Igreja Presbiteriana Italiana.
b) Rompimento com a Igreja Presbiteriana.
Com a
viagem do Pastor Filippo Grilli para a Itália, coube a Francescon, como ancião,
presidir à reunião no dia 6 de setembro de l903 ,(domingo), oportunidade em
que, após 9 anos da revelação acerca do batismo, falou com a Igreja acerca
deste assunto, o que fez, convidando a todos os membros da Igreja Presbiteriana
para assistir ao seu batismo por imersão. O batismo foi realizado no dia 7 de
setembro de l903, onde compareceram cerca de 25 irmãos, dos quais 18, incluindo
Francescon, foram batizados. Com a chegada do Pastor Filippo Grilli, da Itália,
Francescon não pode fazer outra coisa que pedir seu desligamento daquela
Igreja, e o grupo batizado, juntamente com ele, também se desligou, mesmo a
revelia. Assim estabeleceram uma pequena comunidade evangélica livre
reunindo-se na casa dos irmãos.
c) O Batismo com Espírito Santo:
Em fins de l907, o grupo liderado
por Francescon tomou contato com o nascente movimento pentecostal, participando
das reuniões realizadas na missão localizada na West North Avenue,943, que
tinha como pastor William H. Durhan, oriundo do movimento Azuza, de Los
Angeles. No dia 25 de agosto de l907, naquela missão, Luis Francescon recebeu o
Batismo com Espírito Santo, e algum tempo depois o Pr Durham informou a ele que
o Senhor o tinha chamado para levar sua mensagem à colônia Italiana, e o
movimento foi se expandindo.
2. O
Estabelecimento da Igreja no Brasil .
Depois de
ter estabelecido o trabalho na Argentina, Francescon e Giacomo Lombardi
dirigiram-se ao Brasil em 8 de março de l910, com destino a São Paulo. No
segundo dia de estada no Brasil encontraram um italiano chamado Vicenzo
Pievani, na Praça da Luz, onde pregaram o evangelho. Parece, todavia, que de
início seu trabalho foi pouco promissor, até que em 18 de abril, G. Lombardi
partiu para Buenos Aires, e Francescon foi para Santo Antonio da Platina, no Paraná,
chegando lá em 20 de abril de l910, e deixou estabelecido ali um pequeno grupo
de crentes pentecostais, o primeiro grupo desse segmento no Brasil.
a) O trabalho em São Paulo.
Ao
retornar em 20 de junho para são Paulo, após um contato inicial com a Igreja
Presbiteriana do Brás, onde alguns membros aceitaram a mensagem pentecostal,
bem como alguns batistas, metodistas e católicos romanos, surge a primeira
"Congregação Cristã" organizada no país. Já, no mês de setembro,
Francescon segue novamente para o Paraná, deixando ali a novel igreja sem maior
respaldo. A partir daí, o trabalho da Congregação Cristã espalha-se por onde
existe colônias italianas, notadamente na região sudeste do país,
principalmente nos Estados de São Paulo e Paraná, onde até hoje se concentram.
Seu fundador, o ancião Louis Francescon, faleceu em 7 de setembro de l964, na
cidade de Oak Park, Illinois, USA.
b) O desenvolvimento da Igreja.
Diante
dos relatos acima, podemos ver que a história da Congregação Cristã não traz
maiores diferenças que possam explicar sua posição sectária de hoje, mas no
decorrer do tempo foram se adequando a certos individualismos . Baseados na
história narrada pelo próprio Francescon, podemos declarar que o comportamento
da congregação cristã hoje é bem diferente de seu fundador; pois o mesmo
mantinha comunhão com irmãos de denominações diferentes. Gunnar Vingrem narrou
em seu diário o encontro com Francescon em um clima de muita comunhão e
espiritualidade em 1920 em São Bernardo do Campo.
c) Causas do individualismo.
Primeiramente, devemos ter em
mente que a Congregação Cristã teve origem num ambiente teológico, onde
dominava a doutrina da predestinação , de onde veio seu fundador e boa parte de
seus primeiros membros. Isso, somado ao fato de que algumas profecias davam
conta de que lhe seriam enviados os que haveriam de se salvar, além do fato de
o ancião Francescon não ficar continuamente junto aos novos grupos, mas, como
ele mesmo escreveu, esteve em nosso país cerca de dez vezes, em períodos
intercalados. Esses fatos Com certeza causaram grandes vácuos na interpretação
e orientação da liderança nacional, levando a surgir uma interpretação
extremista dos conceitos calvinistas.
3.
Doutrinas Da Congregação Cristã no Brasil:
Ao
analisar o pensamento doutrinário da Congregação Cristã no Brasil, temos a
impressão de que seus líderes criaram um Evangelho segundo a CCB. A maioria de
seus adeptos defendem o pensamento errôneo de que a salvação só é possível na
sua própria Igreja: "A gloriosa Congregação". Desenvolveram
inconscientemente a doutrina da auto-salvação, ou da religião salvífica, e
conseqüentemente, por tabela o monopólio da salvação, com todos os direitos
reservados à CCB, uma espécie de "copyrigth".
a) Sobre o estudo da Bíblia.
A CCB
ensina que o Espírito Santo dirige tudo, e não é necessário se preparar,
examinar ou meditar nas Escrituras Sagradas. Sem dúvidas, o Espírito Santo
opera poderosamente na vida de sua Igreja, mas isto não significa que devemos
desprezar o estudo das Escrituras. É uma postura que desvirtua um dos
propósitos de Deus, que é o exame de sua Palavra. "Bem-aventurado o varão
que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detêm no caminho dos
pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na
lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite". ( Sl 1.1); Veja
ainda 2 Tm 2.15; Sl 119.105; Pv 7.1-3; Dt 6.6-9; 1 Tm 4.13; 2 Tm 4.13; Pv 9.9;
Sl 119.9-16; Sl 19.7-8; Sl 1.1-2. Essas referências já são suficiente para
provar que o pensamento da CCB é contrário a Palavra de Deus. Os membros da CCB
não conhecem a Palavra de Deus e fazem questão de dizer que não sabem para dar
a entender que tudo que falam provém do Espírito Santo. Uma atitude
completamente contrária a de seu fundador.
b) Sobre o Batismo.
A CCB não
conhece a Batismo efetuado por ministros do Evangelho de outras denominações,
mesmo que seja por imersão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo ( Mt
28.19). Na verdade não dá para concordar com a maneira ou forma pela qual ela
ministra nas águas às pessoas sem preparo algum, todavia não desmerecemos tal
batismo, mas reconhecemos que sua validade depende mais do batizado. A CCB diz
não reconhecer o Batismo de outras denominações pelos seguintes argumentos:
"o batismo de outras denominações cristãs está errado, porque utilizam a
expressão "eu te batizo". A CCB entende que ao dizer "eu te
batizo" é a carne que opera e o homem se coloca na frente de Deus. "O
Batismo só é válido se efetuado com esta fórmula: Em nome do Senhor Jesus te
batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". "O Batismo da
CCB purifica o homem do pecado". Parece que a CCB, além de não conhecer a
Bíblia, desconhece também, a língua portuguesa. Que diferença há em dizer:
"Eu te batizo" ou "Te Batizo". O sujeito não está oculto? Além
do mais, se, pelo fato de utilizar a expressão "eu te batizo",
estivermos aborrecendo a Deus , então João Batista teria ofendido a Deus, pois
ele dizia "eu vos batizo com água..." Será que a CCB acha que João
Batista era carnal e se colocava na frente de Deus?
c) Sobre o uso do véu para as mulheres.
Se a CCB
tivesse adotado a prática de suas mulheres usar o véu, mas não condenasse as
que não usam, não teríamos nada a dizer. Convém salientar que o uso do
vestuário no culto, tal como véu, chapéu, roupas etc, depende de cada cultura ,
pois "os costumes se alteram e as exigências também": Essa questão do
véu transformou-se em polêmica por parte de alguns, mas, porém, basta estudar a
questão cultural dos orientais paras se perceber que é apenas um costume local.
4. Outros
erros doutrinários da CCB
De acordo
com o exposto, a CCB não suportaria um exame sério das Escrituras, fato
característico das seitas; porque sua interpretação foge às regras da
hermenêutica sagradas. Tudo que acontece nessa Igreja está relacionado ao
sentimento. É sempre necessário sentir para se realizar alguma obra ou até
mesmo para orar por alguém. Essa teologia do sentimento afasta o homem de Deus
e da Bíblia, como prova sua própria história.
a) A Saudação da CCB.
A CCB nos
acusa de saudar com a "paz do Senhor". Citam para justificar esse
conceito a seguinte expressão: "devemos saudar com a paz de Deus, e nunca
com a Paz do Senhor, porque existem muitos senhores, mas Deus é só um. Essa
acusação da CCB se desfaz em pó com somente um versículo que Paulo escreveu na
primeira carta aos Coríntios 8.5,6, que diz: "Porque, ainda que haja
também alguns que se chamam deuses, quer no céu como na terra( como há muitos
deuses e muitos senhores). Todavia para nós há um só Deus, Pai, de quem é tudo
e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as
coisas, e nós por Ele". A CCB não consegue entender que quando saudamos
com a paz do Senhor estamos saudando com a paz do nosso grande Senhor Jesus
Cristo. Conf. Jo 14.27.
b) O Ósculo Santo.
A CCB
insiste em adotar costumes orientais, muitos deles registrados na Bíblia, como
é o caso do ósculo santo, pensando com isto estar em posição espiritual
superior à dos outros. Esse é um costume que perdura até hoje no oriente. O
ósculo era uma maneira comum de saudar no oriente, muito antes do
estabelecimento do cristianismo. Tem servido igualmente como parte da expressão
judaica em suas saudações, tanto nas despedidas como também na forma de
demonstração geral de afeto. Ver Gn 29.11; 33.4. Também parece ter sido um
sinal de homenagem entre os israelitas conf. 1 Sm 10.1. O ósculo dado aos
ungidos de Deus, por semelhante modo, parece ter-se revestido de significação
religiosa, o que também se verifica entre outras culturas. Quando Paulo recomendou
que se saudasse uns aos outros com ósculo santo, simplesmente estava falando de
um costume existente. Caso fosse no Brasil, certamente seria mencionado o
aperto de mão ou o abraço. Essa é uma questão cultural, que também não é
compreendida pela CCB.
c) O Dízimo:
CCB da a César o que é de César,
mas quando é para dar a Deus inventam muitos argumentos e obstáculos. Ensinam
os Anciãos da CCB que o dízimo é da lei e que é maldito e hipócrita aquele que
dá e aquele que o recebe. A Bíblia ensina que o dízimo é santo; a CCB ensina
que é profano. A Bíblia ensina que o dizimo é do Senhor (Lv 27.30); a CCB
ensina que o dízimo é para ladrões. Jesus não condenou a prática do dízimo (Mt
23.33); condenou, sim, os hipócritas que desprezavam os principais preceitos da
Lei de Deus, mas não condenou o dízimo praticado até pelo pai dos crentes,
Abraão.( Gn 14.20). O Autor da epístola aos Hebreus falou sobre a prática do
dizimo na atual dispensação. ( Hb 7.8-9).
Conclusão:
Procuramos destacar alguns pontos
contraditórios da Congregação Cristã, ainda que sucintamente, mas cremos ser o
suficiente para mostrar que essa denominação é exclusivista. Parece que o céu
foi feito só para eles e que a salvação só existe em sua denominação e em
questão de Bíblia só a interpretação deles é válida. Para eles somente sua
liderança é Bíblica, somente sua maneira de orar é válida e a pregação do
evangelho só é correta através de seus membros. Sem dúvidas , a Congregação
Cristã No Brasil está completamente desviada de seus propósitos iniciais. Precisa
urgentemente voltar ao primeiro amor conf. Ap 2. 4,5
Questionário:
1. Que foi o fundador da CCB?
R: Luis Fracescon.
2. Qual a principal característica da CCB?
R: Sectarista e exclusivista.
3. Qual a posição da CCB sobre o estudo da Bíblia?
R: Ensinam que o Espírito Santo dirige tudo e não é necessário se preparar e examinar as Escrituras.
4. Que diferença há entre: "Eu te batizo" e "Te batizo"?
R: Nenhuma. Apenas o sujeito está oculto na expressão: "te batizo".
5. Prove que o Dízimo não é apenas da Lei.
R: O dízimo foi praticado antes da Lei ( Gn 14.18-29; 28.20-11); durante a Lei ( Lv 27-30-34: Ml 3.8-10) e na atual dispensação ( Hb 7.8-9) e foi aprovado por Jesus Mt 23.23.
6. Por que o ósculo santo não é uma doutrina?
R: Porque é apenas um costume oriental.
R: Luis Fracescon.
2. Qual a principal característica da CCB?
R: Sectarista e exclusivista.
3. Qual a posição da CCB sobre o estudo da Bíblia?
R: Ensinam que o Espírito Santo dirige tudo e não é necessário se preparar e examinar as Escrituras.
4. Que diferença há entre: "Eu te batizo" e "Te batizo"?
R: Nenhuma. Apenas o sujeito está oculto na expressão: "te batizo".
5. Prove que o Dízimo não é apenas da Lei.
R: O dízimo foi praticado antes da Lei ( Gn 14.18-29; 28.20-11); durante a Lei ( Lv 27-30-34: Ml 3.8-10) e na atual dispensação ( Hb 7.8-9) e foi aprovado por Jesus Mt 23.23.
6. Por que o ósculo santo não é uma doutrina?
R: Porque é apenas um costume oriental.
SUPRIMENTO
PARA PROFESSORES:
Formação da Igreja
No dia 4
de setembro de l909, Francescon e Giacomo Lombardi (iniciador do movimento na
Itália), embarcam em Chicago, para a cidade de Buenos Aires, capital da
Argentina, em contato com familiares de membros da Igreja norte-americana,
instalaram o trabalho pentecostal entre a colônia italiana dali. Hoje, a Igreja
que ali surgiu foi incorporada pela Igreja Cristã Pentecostal da Argentina.
Sobre Dízimos.
Convém
destacar que o dízimo foi praticado antes da Lei ( Gn 14.18-29; 28.20-11);
durante a Lei ( Lv 27-30-34: Ml 3.8-10) e na atual dispensação ( Hb 7.8-9) e
foi aprovado por Jesus Mt 23.23. É estranho que a CCB combate o dízimo, mas
instituíram as seguintes ofertas: Ofertas da piedade, oferta para compra de
terrenos; ofertas para fins de viagens; ofertas para conservação de prédios e
ofertas de votos. Isso que é hipocrisia, combatem o dízimo bíblico e ao mesmo
tempo instituíram várias ofertas para suprir a ausência do dízimo. Convém ainda
destacar que essas ofertas foram inventados por eles, sem nenhum fundamento
bíblico. A Bíblia fala de dízimos e ofertas, mas não acrescenta nas ofertas
esses nomes por eles acrescentados.
Sobre a liderança da CCB.
Para a
CCB, existe somente o ancião e ensinam que todo pastor é ladrão . A irmandade
inteira sai repetindo o assunto, como se fosse um eco do ancião. Condenam a
função de presbítero mas ainda não descobriram que "Ancião" é a forma
hebraica para presbítero no grego. Eles são tão incoerentes que no parágrafo 10
das doutrinas da CCB, diz: "Nós cremos que o Senhor Jesus Cristo tomou
sobre si nossas enfermidades. Está alguém entre vós doente? Chame os
Presbíteros da Igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do
Senhor..." (Tg 5.14-115). Quanto às passagens que dizem respeito ao
ministério da Igreja encontram-se em: Ef 4.11; Atos 6; Tt 1.5; Hb 13.7-17 etc.
Certamente os membros da CCB as desprezaram, ou então, ignorantemente, dirão
que essas passagens são espirituais, e não materiais. Só que quando se refere
somente a ancião e diáconos, aí tornam-se misteriosamente materiais.
Sobre a pregação do Evangelho.
A CCB
defende que não se deve sair para evangelizar, utilizando-se novamente de
versículos bíblicos fora do contexto. Eis aqui os versículos citados pela CCB:
Mt 6.5; Mt 7.6: Mt 12.18-21. Apegados a estes versículos a CCB busca
desesperadamente justificar sua recusa ao "ide" do Senhor Jesus.
Jesus não ordenou que seus discípulos esperassem, até que alguém sentisse que
deveria aceitar o evangelho. Jesus jamais disse ao pecador: "Se sentires e
fores ao templo será salvo". Ao contrário, Ele disse a Igreja: ": Ide
por todo mundo; pregai o evangelho a toda criatura".,( Mc 16.15); Veja
ainda: At 2.14-36; At 16.25-34; At 17.22-31; At 1.8; 17.17; 16.13; 21.15; Rm
1.14-15; 1 Co 9.16 etc. Esperamos que a CCB examine melhor as Escrituras e
comece a viver um Evangelho sem máscaras...
Sobre a oração somente de joelhos:
A CCB diz
que somos fariseus por oramos de pé. Se a oração fosse de fato como dizem, como
poderíamos cumprir o que Paulo diz em 1 Ts 5.17 "Orai sem cessar". É
verdade que o texto de Lc 18.11 declara que o fariseu estando em pé orava e sua
oração não foi ouvida. Mas no v. 13 declara que o publicano achava-se também em
pé e sua oração foi ouvida, V.124. Logo, não é a posição do corpo que influiu
na resposta de oração, mas a situação do coração. ( Is 1.15-16; 9.1-2). A
Bíblia aponta várias posições para oração: Oração de olhos abertos e em pé (Gn
18.22; Jo 11.41-42); oração sentado ( At 2.1-4); oração de cócoras ( 1 Rs
18.42; Oração no ventre do peixe ( Jn 2.1-3); Oração deitado na cama ( Is
38.2-3; Sl 4).
Fundador.
Observe o testemunho do fundador:
"No mesmo ano, ouvi o Evangelho por meio da pregação do irmão Nardi. Em
dezembro de l891 tive do Senhor a compreensão do novo nascimento". (CCB -
História da obra de Deus).
Dez Razões Que Provam Que as Testemunhas de Jeová Não São de Deus
A Bíblia diz-nos que devemos testar tudo. (1 Tessalonicenses 5:21) Ao longo dos anos eu testei as Testemunhas de Jeová. Fui criado nessa religião e os meus pais, avós e bisavós eram Estudantes da Bíblia ou Testemunhas de Jeová. Estou feliz por já não ser membro da comunidade conhecida como Testemunhas de Jeová porque não acredito que os ensinos delas sejam religiosos, nem cristãos.
Alguns talvez perguntem: “Bem, porque é que não permaneceu lá para tentar mudar o movimento?” Muitos de nós tentaram fazer isso, mas foi impossível, do mesmo modo que foi impossível para os cristãos primitivos reformar o Judaísmo dos seus dias. Nós fomos expulsos das sinagogas. Portanto, para avisar outras pessoas e para refutar algumas das alegações disparatadas feitas por apologistas das Testemunhas de Jeová, neste artigo apresento razões concretas porque penso que a fé das Testemunhas de Jeová é estéril, não-cristã. Embora até seja possível encontrar Cristo entre algumas Testemunhas de Jeová, a mentalidade dessa comunidade é basicamente anti-cristã.
Portanto, aqui estão algumas razões históricas porque as Testemunhas de Jeová, dirigidas pela Watchtower Bible and Tract Society, não são de Deus:
Ponto 1
As Testemunhas de Jeová ensinaram continuamente falsas profecias desde o início do seu movimento.
· Afirmaram falsamente que o fim do mundo atual, ou sistema de coisas, viria em 1914 e 1925. Deixaram repetidamente implícito que o mundo acabaria em 1975.
· Disseram que os santos (o restante dos 144.000) seriam levados para o céu em 1878, 1881, 1914, 1918 e 1920.
· Entre 1925 e 1950, ensinaram que os príncipes da antiguidade (os antepassados de Jesus) regressariam na ressurreição antes da batalha do Armagedom.
· Ensinaram durante muito tempo que o “fim derradeiro” viria em 1914. Quando isso não aconteceu, eles passaram a dizer que o fim viria antes de desaparecer a geração que estava viva em 1914. Agora também mudaram isto.
Ponto 2
As Testemunhas de Jeová afirmam que a luz aumenta mais e mais. De facto, elas mudaram certas doutrinas para trás e para a frente muitas vezes.
· Em 1880 Russell disse que a Igreja não estava sob o novo pacto. Em 1881 disse que estava. Em 1907 disse outra vez que não estava. Como resultado disto, ocorreu o Cisma [divisão] do Novo Pacto, que incluiu alguns dos familiares de Russell. Mais tarde, Rutherford recuou exatamente para a posição defendida pelos New Covenanters [os dissidentes que defendiam que a igreja estava sob o novo pacto].
· A organização mudou a sua posição muitas vezes sobre quem seria e quem não seria ressuscitado. Os pobres habitantes de Sodoma ora são ressuscitados ora são enviados para a Geena, com intervalos de poucos anos.
· A organização vacilou vez após vez em assuntos médicos, muitas vezes com conseqüências sérias para as vidas e saúde das Testemunhas de Jeová. Vejam-se, por exemplo, as muitas posições diferentes acerca das vacinas, dos transplantes de órgãos e do sangue.
· A organização andou para trás e para a frente na questão do serviço alternativo.
· A organização agora defende que os Poderes Mais Altos ou Autoridades Superiores mencionados em Romanos capítulo 13 são os governantes seculares das nações, exatamente como Russell e a maioria das igrejas defenderam. Rutherford teve uma nova luz acerca deste assunto em 1929 que lhe disse que as Autoridades Superiores eram Jeová Deus e Cristo Jesus.
Ponto 3
A organização das Testemunhas de Jeová nem sempre afirmou ser guiada pelo espírito. Nos dias de Russell, o pastor acreditava que ele e o restante ungido eram a Igreja e eram guiados pelo espírito. Mas quando Rutherford tomou o poder, ele argumentou que como Cristo veio ao Templo em 1918 e estava a governar, o espírito santo já não estava presente com o restante. Rutherford ensinou que recebia mensagens ou “flashes de luz no Templo” que vinham dos tronos de Jeová e de Cristo. Dizia também que “novas verdades” eram-lhe reveladas pessoalmente pelos anjos. Depois de ele morrer, Knorr e Franz regressaram ao ensino que diz serem as Testemunhas de Jeová dirigidas pelo espírito.
Ponto 4
As Testemunhas de Jeová foram muito além das Escrituras. Muitas leis que elas desenvolveram não têm nada a ver com as Escrituras: o registo do tempo gasto a pregar, a criação de uma forma hierárquica de governo, a desassociação [excomunhão] dos que fumam ou celebram o Natal e aniversários, muitas regras a respeito do que é próprio ou impróprio o casal fazer na cama, leis a respeito de votar, aceitar cargos públicos, etc., etc.
Ponto 5
Através da Watch Tower Society e de inúmeras declarações públicas, a liderança do movimento tem dito muitas vezes mentiras ultrajantes.
· Em 1894, tanto C. T. Russell como a esposa disseram que o seu casamento era muito harmonioso e que não havia problemas entre eles. Mais tarde, no momento em que se divorciaram, ambos admitiram que tinham existido problemas entre eles em 1894. E apesar disto eles amaldiçoaram vários trabalhadores da Casa da Bíblia [nome do Betel naquele tempo] por terem dito a verdade na publicação Harvest Siftings [Peneira das Colheitas].
· As declarações de Russell acerca de não ter mudado as suas doutrinas em 1909 durante o Cisma do Novo Pacto são pura e simplesmente escandalosas. Se ele acreditava no que disse, estava-se a enganar a si próprio em grande escala.
· Rutherford e companhia mentiram abertamente acerca da razão porque os 4 directores da Watch Tower foram afastados em 1917. A Watch Tower Society perpetua esta mentira até ao dia de hoje. Pode-se mostrar claramente que eles mentiram e ainda estão a mentir através das declarações que fizeram sob juramento no caso de tribunal United States vs. Rutherford et al..
· A Watch Tower tem mentido continuamente acerca da natureza das políticas que tinha na Alemanha Nazi em 1933. A Declaração publicada em Berlim em 1933 foi uma tentativa de colaboração [ou compromisso] com os Nazis, foi abertamente anti-semita, anti-britânica e anti-americana.
· Os ataques que a Sociedade fez contra várias pessoas que questionaram o comportamento dos seus líderes não foi outra coisa senão uma tirada contínua de mentiras. Foi isso que aconteceu em 1894, 1909, 1917, 1918, durante a guerra de Rutherford contra os anciãos eletivos no fim da década de 1920 e na década de 1930, e especificamente no caso de pessoas como Walter Salter, Olin Moyle, Carl Jonsson, Raymond Franz e muitos outros milhares de pessoas, incluindo eu próprio.
Ponto 6
As assim chamadas ‘comissões judicativas’ das Testemunhas de Jeová não operam com base nos princípios bíblicos, com os assuntos tratados de forma aberta e perante pessoas comuns como era o caso em Israel e nas congregações cristãs primitivas. As Testemunhas de Jeová seguem o exemplo do Santo Ofício da Inquisição e dos tribunais feitos à porta fechada, em segredo. Conseqüentemente, acontecem muitas injustiças perante estas ‘comissões judicativas.’
Ponto 7
A pesquisa da Watch Tower é infantil e muitas vezes é desonesta. É típico eles não citarem corretamente as fontes, fazerem citações fora do contexto e avançarem idéias que são completamente bizarras.
· A New World Translation [Tradução do Novo Mundo] contém uma enorme quantidade de argumentação tendenciosa e deturpações intencionais.
· Os artigos da Watch Tower sobre ciência são extremamente maus, e o material que publicam sobre assuntos tais como a evolução é notoriamente desonesto.
· Os trabalhos de tipo histórico feitos pela Watch Tower são ainda piores. O livro Proclamadores [editado em 1993] e o livro As Testemunhas de Jeová no Propósito Divino são uma tentativa de se travestirem de historiadores profissionais para contarem a sua história. Pessoalmente, sinto-me ofendido pelo facto de ao mesmo tempo que me condenam como apóstata e vituperam as minhas publicações, apropriam-se livremente da minha informação e chegam até a usar o meu trabalho nos tribunais.
Ponto 8
As Testemunhas de Jeová ignoram as claras instruções bíblicas em Tiago e noutras partes do Novo Testamento a respeito de obras de caridade, como cuidar das viúvas, dos órfãos e do próximo. Vender revistas de porta em porta não enche barriga. Neste sentido, as Testemunhas de Jeová têm fé (tal como os demônios) mas não têm obras. Não passam de “címbalos barulhentos que retinem”.
Ponto 9
As Testemunhas de Jeová ensinam que, com exceção do restante ungido, são salvas através das obras em vez de ser pela fé. Mais ainda, é-lhes dito que só o restante tem Jesus Cristo como mediador. A vasta maioria é informada que não deve participar na comunhão [Ceia de Cristo]. Como lhes é dito que não são membros do corpo de Cristo, não nascem de novo e não são guiados pelo Espírito (exceto os membros do restante), em que situação se encontram as Testemunhas de Jeová? Romanos 8:9 (ACF) diz: “... Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. (Romanos 8:9)
Todo o que não tem o Espírito de Cristo, não lhe pertence.”
Ponto 10
As Testemunhas de Jeová tornaram-se conhecidas devido ao seu papel na destruição casamentos e nos casos de custódia de crianças. Nos tribunais dos Estados Unidos e do Canadá existem mais casos de custódia de crianças envolvendo Testemunhas de Jeová do que todos os outros casos de custódia de crianças (relacionados com religião) juntos. É óbvio que isto diz algo a respeito das Testemunhas de Jeová que não é particularmente atrativo.
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