sexta-feira, 26 de abril de 2013
O Obreiro e sua responsabilidade
Categoria: Estudo bíblico
2008 Pastor Denis Gomes
Todos os direitos reservados ao autor Denis José Gomes de Lima Pastor da Assembleia de Deus de Antonina do Norte Ceará. Formação Teológica Curso Biblico Internacional o CBI, Hebreus e os Evangelhos pela ETAD Escola de Teológica das Assembleias de Deus Bacharelado em teologia pelo STADEC Seminário Teológico das Assembleias de Deus do Estado do Ceará, Aprimoramento Pastoral pela COMEADEC Convenção Estadual das Assembleia de Deus do Estado do Ceará e professor do Básico em teologia pelo STADEC. Rua Joaquim Eliseu 86 CEP 63570000 Antonina do Norte Ceará – Fone (88) 35251561
As citações bíblicas foram extraídas da bíblia sagrada Eletrônica RKSOF Desenvolvimentos
Bíblia Traduzida por João Ferreira de Almeida, Publicada por Editora Vida.
Pesquisas Realizadas através dos Estudos Erdos e também da apostila do Aperfeiçoamento Pastoral da COMEADEC Convenção dos Ministros Evangélicos das Assembléias de Deus do Estado do Ceará.
Impresso no Brasil
_______ Sumário _______
O Obreiro e sua responsabilidade
Junto a Igreja
A Conduta do Obreiro
As Qualificações Básicas do Auxiliar
As Qualificações Básicas do Diácono
OBREIRO E SUA RESPONSABILIDADE JUNTO A IGREJA
Ministério é serviço. Logo, o ministro é um servo. Algumas vezes, o apóstolo Paulo usou o termo (doulos), que significa escravo. "Onde está, pois a jactância?" O Verdadeiro espírito do ministro, não deve ser a ambição carnal de mandar ou ser servido, mas encarnar o que Jesus sempre fez no seu ministério terreno, que foi "não ser servido, mas servir". (Mc. 10:45).
Quando os discípulos disputavam entre si para saber quem era o maior, Jesus "os chamou para junto de si e disse-lhes: sabeis que os que são considerados governadores dos povos, têm-nos sob seu domínio, e sobre eles seus maiores exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; quem quiser ser o primeiro entre vós, será servo de todos." (Mc.10:41-44).
I- CINCO MANEIRAS DE CHEGAR A SER OBREIRO
1- Aspiração, I Tm 3.1 Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja.
A- Não é pecado desejar
B- É pecado desejar obsessivamente
C- É pecado desejar gananciosamente
2- Usurpação
A- Gl 1.1 não da parte dos homens, ou homens algum
B- Gl 1.16 o perigo da carne e o sangue ( razões humanas ou de parentesco )
C- III Jo 9 Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe.
3- Negociações, Gl 1.10-12
A- Persuasão
B- Agrado
C- Aprendizado humano
4- Nomeações, I Tm 5.22
A- Imposição precipitada não tem aprovação
B- Significa apenas nomeação
C- Acarreta problemas para a OBRA
5- Eleição ( divina ), I Tm 1.12
A- Um gesto de misericórdia, v.13
B- Um gesto soberano
C- Um gesto pessoal: pondo-me
11- PASSOS DIVINO NA ESCOLHA DE UM OBREIRO
1- Designação
A- Gl 1.15: desde o ventre de minha mãe
B- I Tm 1.1: o MANDADO de Deus
C- At 9.15: vaso escolhido PARA MIM
2- Vocação
A- Vocação é uma habilidade, inclinação espiritual
B- Segundo Seu propósito e graça
C- A vocação é santa
3- Chamada
A- A chamada deve ser definida, Rm 1.1
B- A chamada é soberana, Mc 3.13
C- A consciência da chamada, Gl 1.15
4- Preparação, II Co 3.5,6
A- A preparação divina é a capacitação
B- A preparação divina é espiritual
C- Ela abre caminho para a preparação humana
5- Confirmação, II Co 1.21
A- Confirmar é afirmar por cima
B- A confirmação precisa do lastro da unção
C- A confirmação deve ser visível
6- Separação, I Tm 1.12
Deus nós separa para Ele
B- Nós nos separamos para a Igreja
C- A Igreja nos separa para o trabalho
7- Entrega
A- O ato de RECEBERMOS da parte de Deus, Rm 1.5
B- O ato de RECEBERMOS da parte do Ministério
C- A consciência, a certeza de que Deus nos deu: II Co 5.18; Ef 3.7; I Tm 4.14 (não se trata de espiritual, mas sim de ministerial). Um depósito, I Tm 6.20. O dom que existe em ti, II Tm 1.6
A CONDUTA DO OBREIRO
1 – O OBREIRO E SUA VIDA
a) - O obreiro deve entender o ministério como vocação divina e a atividade humana mais excelente (1Tm 3:1 – At 3.2);
b) - A Bíblia para o obreiro deve ser considerada como o instrumento indispensável no seu ministério e deverá usá-la como única regra de fé e prática (2Tm 2:15 – 4:1-5);
c) - O obreiro deve ser estudioso, mantendo-se em dia com o pensamento teológico, com a literatura bíblica e a cultura geral (2Tm 3:15-16 = 3:2);
d) - O obreiro deve ser um modelo de boa conduta em todos os sentidos e um exemplo de pureza em suas conversações e atitudes como líder moral e espiritual do povo de Deus (1Pe 5:3; 1Tm 4:12);
e) - O obreiro deve zelar o máximo pelo bom nome do ministério, da Palavra e do Senhor Jesus Cristo (Rm 11:3; 1Co 1:1; 4:1-2).
f) - O obreiro deve ser prudente ao se relacionar com as pessoas, principalmente as do sexo oposto (1 Tm 5:1-2);
g - O obreiro deve ter a sua vida submetida ao Espírito Santo para que o fruto do Espírito seja manifesto em sua vida no dia a dia (Gl. 5:22; Rm 12:17-21; Is 42:1-5)
h – O obreiro deve ser DIZIMISTA fiel.
Sua Coragem.Exige-se do obreiro intrepidez e ousadia.
Sua dignidade. Ter uma vida decente e respeitosa no trato com as pessoas e com valores espirituais. A dignidade de um obreiro se revela através:
•Da sua linguagem. O obreiro deve evitar linguagem imprópria ao seu ofício (piadas obscenas);
•Da sua reverencia no trato com as coisas sagradas e respeitosas;
•Do seu relacionamento decoroso com o sexo oposto.
Sua discrição. O obreiro deve ser moderado, agindo sempre com discernimento em relação à
posição que ocupa.
•Deve ter cuidado no trajar. Vestindo sempre condignamente com a função que ocupa.
•Deve ter cuidado com os gestos.
•Deve evitar cenas patéticas que chamem as atenções para si.
•Deve ter modos e costumes que coadunem com a posição que ocupa.
Sua polidez. Um obreiro polido é aquele que, no trato com as pessoas, principalmente subalternas, demonstra cortesia e civilidade. São as boas maneiras do tratamento, tais como:
•Saber dar ordens. Não esquecer das duas palavras chaves do relacionamento social obrigado e por favor.
•Saber corrigir. Ao fazê-lo não se esqueça do amor.
•Saber relacionar com os colegas de ministério: não esquecer as boas formas de tratamento. Mesmo, apenas, ao se referir ao colega, é preciso demonstrar respeito.
•Saber vigiar as palavras, elas tanto curam quanto matam.
Sua liderança. “Segundo Gangel” liderança é o exercício de dons espirituais sob o chamado de Deus para servir a determinado grupo de pessoas, para que este atinja os alvos que Deus lhes deu, com o fim de que glorifiquem a Cristo. Baseado nessa definição o obreiro tem de entender que
•ele deve ser o exemplo para os seus liderados (I Pe 5.3b );
•nunca deve agir de forma ditatorial. Esse modelo não funciona mais (I Pe 5.3b);
•deve ter motivação para alcançar os alunos se o professor não a tem;
•nunca deve agir como dominador, porque o rebanho não é sua propriedade particular. Ele é, apenas, confiado a homens chamados por Deus;
•deve avaliar sempre o perfil de sua liderança, se ela está enquadrada no modelo bíblico.
Sua ética. A ética é o conjunto de princípios normativos que norteiam o bom relacionamento do obreiro. Esse conjunto de valores deve estar em conformidade com a Bíblia Sagrada, pois, muitas
vezes, o que parece ser ético para o ímpio, não o é para o cristão. A ética se presta, principalmente, nas seguintes áreas da vida do obreiro:
•No seu relacionamento com colegas de ministério. Deve respeitá-los. Ter cuidado quando for substituir um companheiro frente a uma igreja;
•No seu relacionamento com os seus colaboradores. Deve evitar liderar por decretos;
•No seu relacionamento com a política partidária;
•Na administração dos negócios da Igreja.
2 - A VIDA ESPIRITUAL DO OBREIRO
O obreiro e a sua vida devocional, um obreiro que quer lograr êxito no seu Ministério deve procurar cultuar um relacionamento sadio com Deus, através da oração e meditação da Sua Palavra. Para pastorear as almas dos homens, o obreiro tem de, principalmente, pastorear a própria vida.
a) Uma vida de oração
•Um obreiro, que não ora, jamais poderá cobrar esse hábito dos fiéis. Em nenhum outro setor, o líder deveria estar mais à frente de seus liderados, do que nesse. Cristo costumava passar noites inteiras em oração ( Lc 6.12 ).Como saber a vontade de Deus para nossas vidas e para sua obra se não orarmos?
A oração é uma via de mão dupla: leva o homem a Deus, e traz Deus ao homem.
b) Uma vida de Amor à Palavra
Por que temos de ler? Responde Harold J. Ockenoa.- Leia a fim de alimentar os poços da inspiração.
Ler para alimentar a própria alma.
Ler para compreender. O obreiro que não procura profundidade Bíblica deixará o rebanho com fome, rebanho com fome, procura outras pastagens.
O obreiro e a santidade. Uma característica principal, exigida por Deus, na vida do obreiro, é a sua pureza interior.
O obreiro deve ter a vida santificada para o bem da sua própria vida espiritual.
A santidade na vida não é uma opção, é uma ordem: Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede também santos em toda vossa maneira de viver (I Pe 1.15).
O obreiro cuja vida é separada para o Senhor tem um impacto poderoso ao redor.
•O obreiro que cultiva a pureza interior se torna uma fonte de inspiração e um modelo a ser seguido.
O obreiro e a humildade. Nada façais por partidarismo, ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão cada qual o que é dos outros (Fp 2.3-4). Embora a humildade não seja uma característica muito apreciada e recomendada pelo mundo, ela é a marca registrada da pessoa usada por Deus.
Não confiar em si mesmo. O orgulho é uma das primeiras ferramentas do diabo para manter nossos olhos em nós mesmos e desviá-los dos outros.
Não menosprezar os companheiros por não possuir os seus talentos e dons.
Não rejeitar a instrução. Ter uma vida aberta à ministração de pessoas diferentes de você.
3 – O OBREIRO E SUA FAMÍLIA
a) - O obreiro aspira a excelente obra do episcopado. Isso sugere que ele deve ter como companheira uma mulher em condições de ajudá-lo no ministério (1Tm 3:3-11);
b) - O obreiro casado deve tratar a esposa e os filhos como estabelece a Palavra de Deus, tornando-se exemplo para o rebanho a partir de sua própria casa. (EF. 5:24-33; 6:4 = 1Tm 3:4-5)
c) - O obreiro deve também ser dedicado a sua família esforçando-se para lhe dar o sustento adequado (o vestuário – a educação – a assistência médica e o tempo necessário) (1Pe 3:7; 1Tm 3:4-5; Tt 1:6; Lc 11:11-13).
d) - O obreiro deve evitar comentários na presença dos filhos menores, dos problemas, aflições ou frustrações que por ventura possam acontecer no seu ministério (1Co 4:1-4).
4 – O OBREIRO E SUA IGREJA
a) - O obreiro não deve assumir compromissos financeiros pela Igreja sem sua prévia autorização;
b) - O obreiro deve tratar a Igreja com toda a consideração e estima sendo consciente que ela pertence a Cristo (Ef 5:23-25; 1Pe. (5:2).
c) - O obreiro não deve insistir em permanecer em um cargo quando perceber que seu ministério não está contribuindo para a edificação da Igreja e seu crescimento em Deus (Fl 1:24-26)
d) - Manobras políticas para manter-se em seu cargo ou para obter posição denominacional, não devem ser promovidas pelo obreiro ou aprovadas por ele. Pelo contrário, ele deve, antes de tudo, colocar-se exclusivamente nas mãos de Deus para fazer o que lhe aprouver (1Co 10:23-31 = 9:7).
e) - O obreiro deve respeitar as decisões da Igreja com prudência e amor.
5 – O OBREIRO E SEU MINISTÉRIO
a) - O obreiro deve exercer o seu ministério com dedicação e fidelidade a Cristo; (1Co 4 : 1,3 ; 9 : 27).
b) - O obreiro deve zelar pelo decoro do púlpito, por seu preparo e fidelidade na comunicação da mensagem divina a seu povo, como pela sua apresentação pessoal (Jr. 48: 10; Lv 21).
c) - O Quando usar sermões ou sugestões de outros, na pregação ou na escrita, mencionar as fontes, pois a autenticidade deve ser característica marcante na ação do obreiro.
d) - O obreiro deve ter grande respeito pelo lar que o recebe e pelas pessoas com quem dialoga. Nas visitas e contatos com o seu rebanho. (1Tm 5: 1 – 15; Pv. 27: 22 – 27).
e) - O Obreiro deve guardar sigilo absoluto sobre o que converse o saiba em relação de aconselhamento, atendimento e problemas daqueles que o procuram para orientação. Jamais deverão usar as experiências da conversação pastoral como fontes de ilustrações para suas mensagens ou conversas (2Tm 3:1–6)
f) - O obreiro como líder do povo de Deus deve ter consciência de que não pode saber todas as coisas, e por isso, deve ser assessorado por pessoas idôneas e capazes que possam ajudá-lo na formulação e execução de planos, tomada de decisão e zelo pela causa (Ne 7. 2 ).
g) - O obreiro deve se mostrar pronto a receber conselho e ser repreendido tanto por seus colegas de ministério como por irmãos não ministros, quando sua conduta for julgada repreensível (2Cr 10:8 – 11).
h) - O obreiro deve respeitar as horas e o local de trabalho dos membros de sua Igreja, evitando procurá-los ou incomodá-los em seu ambiente de trabalho.
i) - O obreiro não aceitará convite para falar onde sabe que a sua presença causará constrangimento ou atrito
j) - O obreiro deve ser franco com os colegas (Rm 12: 9, 10, 18; Pv). 9:8, 9).
l) - Ainda que leal e solidário com os colegas o obreiro não está obrigado a silenciar na desonra ao ministério (Mt 18:15 – 17; 1 Tm 5:19 - 24)
6 – O OBREIRO E SUA DENOMINAÇÃO
a) - O obreiro deve manter-se leal a sua denominação.
b) - A cooperação do obreiro com sua denominação deve ser exemplo para os demais.
c) – O obreiro não deve se ausentar de sua Igreja sem o previa comunicação ao seu líder Espiritual
d) – Jamais falar mal de sua Igreja para membros ou congregados.
e) – Procure conhecer a história de sua Igreja como foi fundada os fundadores etc.
7 – O OBREIRO E A COMUNIDADE
a) – O obreiro deve ser partícipe da vida da comunidade em que sua Igreja estiver localizada,
Identificando-se com a sua causa e solidarizando-se com os anseios de seus moradores, procurando apoiá-los o quanto possível, nos esforços para o bem de todos.
b) – Através de exemplo de vida o obreiro deve imprimir em sua comunidade o espírito de altruísmo e participação. Não se limitar a serviços eclesiásticos.
c) – O obreiro deve procurar conhecer as autoridades de sua comunidade, honrando-as e incentivando-as no desempenho de sua missão (Rm 13).
d) – O obreiro deve estar presente às comemorações e celebrações cívicas que ocorrerem na sua comunidade ou cidade, local de trabalho, para tratar de assuntos adiáveis ou de pouca importância (Ec 3:1, 11)
e) – O obreiro não deve fazer proselitismo com membros de outras Igrejas.
8 – O OBREIRO E SEUS COLEGAS
a) - O obreiro não deve se intrometer nem tomar partido em problemas que surgirem nas outras congregações. (Mt 7:12; Jo 15: 17; 1 Pe 4: 15 – 17 )
b) – O obreiro não deve passar adiante qualquer notícia desabonadora de seu colega, nem divulgá-la;
c) - O obreiro deve ter modos cristãos quanto aos obreiros mais velhos em tempo e idade.
d) - O obreiro que assume um novo cargo deve honrar e valorizar o trabalho do seu antecessor, não fazendo nem permitindo comentários desairosos a seu respeito por parte do rebanho. (Pv. 12: 14; Hb 13: 7; Rm 13: 7; Mt 7: 12)
e) - O obreiro deve considerar todos os colegas como cooperadores na causa e não menosprezar ninguém (Mt 23: 8; Fl 2: 3; 1 Co 3: 5, 7, 9 )
9 – O OBREIRO E AS VISÍTAS QUANDO DESIGUINADO:
A visitação é parte integrante do ministério pastoral, e pode ser relacionada com o trabalho de aconselhamento, porque durante as visitas o obreiro terá necessidade de aconselhar. O serviço da visitação não só é necessário como proveitoso no que diz respeito ao cuidado do rebanho de Deus, e é ainda, útil ao ministério do Obreiro.
9.1 – PRECAUÇÕES A TOMAR NAS VISITAS
O obreiro que não faz visitas está sujeito a fracassar no seu próprio ministério. A visitação pode ser considerada sob dois aspectos:
1 – Aos enfermos, os órfãos, às viúvas, e a todos que se encontra em estado de necessidades: Mt 25.35,36; Tg 1.27. Este tipo de visitas é de grande utilidade e pode ser considerado o mais importante, embora haja muitos obreiros e crentes de modo geral que dele não fazem uso, não sabendo que causam mal a si próprio. Não existe nada que possa beneficiar mais um enfermo do que uma visita do seu pastor; faz mais bem para a sua saúde do que muitos medicamentos, e pode até ocasionar a cura. Uma palavra de consolação dada a um enfermo, uma oração feita, são coisas de valor inestimável. Jesus recebe isso como se fosse feito a Ele próprio e Tiago diz que isso faz parte da verdadeira religião. 2. Co 1.3,4
2 – Segundo aspecto da visitação é quando ela é feita com caráter social, ou de amizade. Esse tipo também é bom, mas não é tão importante e necessário como o primeiro, e nem sempre um pastor ocupado com os seus muitos afazeres ministeriais e com as visitas relacionadas no item anterior, tem tempo de sobra para fazer visitas a pessoas que não estejam em estado de necessidade. É até perigoso quando as visitas sem necessidades são muito freqüentes, podem tomar rumos diferentes. Não havendo cuidado necessário, esse trabalho pode degenerar-se e atrair pecados e perdição. As visitas muito freqüentes não são mesmo aconselháveis. Jesus recomendou aos discípulos andassem de casa em casa. Salomão faz a seguinte recomendação: “Retira o teu pé da casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça”. Pv 25.17; Lc 10.7.
A visita não deve ser muito freqüente nem muito demorada. Não pode haver coisa mais importuna que uma pessoa ficar muito numa visita, impedindo que a dona da casa cuide dos seus afazeres. Muitos exemplos negativos poderiam ser citados, como o de um pastor que costuma fazer visitas desacompanhadas de sua esposa e com muita freqüência pelas casas; depois passou a almoçar nas visitas; depois a pousar, deixando a esposa sozinha em casa; e depois caiu em pecado. Outro, pelos mesmos motivos, passou grande parte da sua vida na cadeia, pagando por pecados causados contra as famílias que freqüentemente visitava. O obreiro precisa ter muito cuidado com os seus contatos pessoais, para não cair no laço do diabo. As consultas de gabinete de portas fechadas não são menos perigosas.
Se for convidado a fazer uma visita domestica deverá e obreiro se precaver:
1 – Se a pessoa for mulher, nunca ir sozinho, mas levar consigo a esposa.
2 – Se for homem, levar mais um ou dois obreiros acompanhantes.
10 – O OBREIRO E O ACONSELHAMENTO QUANDO DESIGUINADO:
O aconselhamento é parte integrante do ministério. O obreiro precisa aconselhar, não somente os crentes, mas também os descrentes.
A palavra de Deus é a fonte principal do aconselhamento.
O púlpito da igreja é o melhor lugar para o aconselhamento. Do púlpito atingem-se pessoas que muitas vezes não procurariam um aconselhamento particular isolado.
Ouvindo do púlpito, as pessoas sentem que o conselho veio de Deus, porque seu caso não é conhecido do pastor que deu a mensagem. Hb 12: 12,13. Esse trabalho deve ser feito nos cultos para membros, cultos de doutrina, onde todos são crentes. Aí é o melhor lugar para o aconselhamento.
O trabalho de aconselhamento também pode ser feito no gabinete. Sem dizer que é errado digo que não é muito produtivo, pelas seguintes razões:
10.1 – TÉCNICA DO ACONSELHAMENTO.
1 Manejar bem a Palavra de Deus. - A Bíblia é a ferramenta principal e indispensável do obreiro, ele precisa aprender a manejá-la bem;
2. O obreiro precisa cautela no aconselhamento;
3 Nunca fazer acepção de pessoas.Dt. 10.17; At 10.34,35; Tg 2.9;
4 Nunca tratar alguém com dureza e rigor;
5.Demonstrar interesse na solução do problema apresentado;
6. Nunca acusar as pessoas, fazer com que elas próprias confessem as suas faltas. 2 Sm 12. 1-6;
7.Ter cuidado de não desanimar a pessoa, mas dar-lhe esperança de, pela fé em Deus, alcançar a vitória.Sl 40, Rm 8.35-39, Hb 11;
8.Jamais mostrar interesse no sentido de tirar proveito próprio da situação do aconselhado. Atente-se para Gl 6.1.2.
Dicas de como repreender uma pessoa e não ser odiado por ela:
1.Fale primeiro sobre os seus próprios defeitos;
2.Lembre se de que ninguém gosta de receber ordens;
3 .Evite envergonhar a pessoa com quem fala;
4.Faça o defeito parecer de fácil correção;
5.Torne a pessoa feliz, para que aceite o que você disser.
Aconselhamentos práticos para o dia a dia dos obreiros
1. Asseio Corporal
a) Banho - Uso de sabonete
b) Uso de desodorante
c) Perfume, colônia
d) Cabelos (limpos em ordem sempre penteados)
e) Dentes (escová-los pelos ao menos 03 vezes ao dia, depois das refeições)
f) Barba (bem feita)
g) Orelhas (limpas).
2. Apresentação pessoal
a) Se vista adequadamente, aparência é muito importante.
- A primeira impressão é a que fica. Uma pessoa não precisa estar ricamente trajada para estar bem vestida.
- O importante é estar bem cuidada.
- Trajes sóbrios • decentes (não usar roupas extravagantes) combinados com bom gosto. A roupa simples e até "usada", porém lavada • passada compõe bem quem a veste. Fique atento pare não usar nada que chame muita a atenção pare usa pessoa. Jesus é quem deve ser exaltado. O importante é demonstrar uma aparência natural, descontraída, mas, sobretudo DISCRETA.
b) Evite:
- comer alho ou cebola em certas ocasiões; - falar muito em cima das pessoas; - mascar chicletes;
- Cacoetes como: roer unhas, coçar a cabeça, expressões como: "tá", "né?", "ta entendendo?" etc.
3. Preparo Intelectual:
a) Algum conhecimento secular, estar atualizado em relação a situação do mundo;
b) Conhecer o local, a cidade, o país, onda resiste, suas necessidades, cultura, etc.
A postura - Essencialmente nos púlpitos e em outros momentos onde as atenções estão voltadas para ele. O Obreiro nunca deve esquecer-se de sua postura, pois está a todo o momento sendo observado e tido como modelo para os homens;
Os gestos - Muitos são ridicularizados por não observarem o proceder de suas mãos e corpo, enquanto pregam a Palavra. Todo excesso é notado, bem como todo gesto de aparência obscena;
Os arrotos - Necessitamos ter cuidado com o que comemos e bebemos, essencialmente quando estamos indo para as reuniões sociais, e muito mais se soubermos que deveremos pronunciar ou dirigir a reunião. Há comidas e bebidas que nos traem, sem esperarmos arrotamos, deixando-nos em um estado de muita penúria e acanhamento;
Espirro sem proteção - Ao espirrarmos devemos proteger a boca e nariz, bem como evitar o alarde que muitos fazem. Às vezes somos banhados por pessoas desse tipo que, inadvertidamente espirram em nossa direção, ou ainda sobre a mesa de alimentos ou da Santa Ceia.
Os cacoetes - A limpeza do nariz, os ouvidos, coçar lugares íntimos em público. Todas estas coisas devem ser impreterivelmente banidas da vida pública e diária do Obreiro.
11. O OBREIRO E A ÉTICA NO PÚLPITO
Observemos Algumas Regras e Atitudes que a Ética nos Ensina
Ética Cristâ: É o sistema de valores morais associados, ao Cristianismo Histórico, e que retira dele a sustentação teológica a filosófica de seus preceitos.
1º - Pregar gritando o tempo todo.
2º - Bater o pé no chão com força repetidamente, e dar murros no púlpito com Estardalhaço.
3º - Gesticular demasiadamente insinuando as vezes gírias ou imoralidades.
4º - Falar de olhos fechados ou arregalados, bem como olhar de modo fixo para cima ou para o piso, como se tivesse perdido algo, ou com medo de encarar o auditório. O certo é que os olhos devem acompanhar o que se fala, pois às vezes falam mais claro do que as palavras, a ajudam o pregador a sentir o efeito da mensagem.
5º - Molhar o dedo na língua para virar a paginas da Bíblia.
6º - Cossar-se de modo inconveniente, ou limpar as narinas quando no púlpito.
7º - Fazer leitura Bíblica que anunciou e não mais voltar à ela.
8º - Não conversar no púlpito respeitar o colega que esta usando o altar, alguns só glorificam quando pregam: (a conversa deve acontecer quando estritamente necessário,) se dirige congregação não despachar o expediente no horário do culto.
9º - O Obreiro deve chegar cedo à casa de Deus, porque fazendo assim, dará bom exemplo a Igreja e não comtemplará o semblante do povo com sinais de impaciência e cansaço, jamais ficar conversando La fora enquanto começa o culto.
10º - Sempre ir aos cultos trajados como Obreiro e nunca descaracterizado isso causará má impressão na Igreja.
11º - O tempo que devemos tomar no púlpito, Saudação de 1 a 5 minutos, Palavra de 10 a 15 minutos e mensagem de 30 a 45 minutos, quando chamado pra louvar não pregue louve, alguns dizem que foi Deus que mandou se foi Deus ele tinha comunicado ao dirigente do culto ele não faz confusão.
A FUNÇÃO DE AUXILIAR:
Devido as necessidade da Igreja, os Pastores têm designado alguns membros mais dedicados para essa função. A função do auxiliar e justamente Auxiliar os Diáconos nos seus serviços sendo estes apresentados a Igreja e não consagrados visto que não se consagra Auxiliares.
QUALIFICAÇÕES BÁSICAS DE UM AUXILIAR:
O Auxiliar deve ser batizado em águas não necessariamente ser batizado com Espírito Santo, bom que fosse mais não é obrigatório como no caso dos Diáconos, ser fiel nos dízimos e nas ofertas, ter bom testemunho diante da igreja e que esteja cooperando já como Auxiliar que seja submisso ao seu pastor e aos demais obreiros que já ocupem a função de Diáconos e Presbítero, alguns Auxiliares tem até assumido alguns trabalhos como dirigir congregações devido as necessidades, não que eles não sejam capazes, pois todo Pastor um dia foi Auxiliar. Alguma igreja tem enfrentado problemas por não orientarem os obreiros antes de separá-lo e consagrá-los. O Auxiliar pode ser solteiro desde que a sua conduta como tal for respeitosa alguns requisitos do auxiliar devem ser iguais aos do diácono como ser irrepreensivo no caso do solteiro ser obediente aos pais aos demais como acima citado sendo casado ser marido de uma só mulher e ter uma família obediente um mal Auxiliar será um péssimo Diácono se chegar a passar pelo crivo.
2.6 – QUALIFICAÇÕES BÁSICAS DO DIÁCONO:
(1). Homens de boa reputação: Os diáconos são para ser homens de boa reputação em geral. São para ser homens em quem o povo tenha a máxima confiança. Sem duvida, primeiro que tudo, seriam homens que são escrupulosamente honestos; homens que possam ser acreditados.
(2). Cheios do Espírito: Espírito Santo está em todo crente (João 7:38,39; Rom. 8:9,14; 1 Cor. 6:19; Gal. 4:6; Efe. 1:13). Ele é recebido ao tempo em que somos salvos e depois habita conosco para sempre. Ainda que gente salva tenha o Espírito nela, não estão todos cheios dele. Ela tem tudo dele, mas Ele não tem tudo dela. A necessidade não é que ela deve buscar o Espírito, mas que ela deve render-se ao Espírito já nela, de maneira que Ele a achará com Sua presença e poder. Dele é uma presença expansiva e Ele enche tanto de nós, e somente tanto de nós como não está cheio de algo mais. Se é para o Espírito encher-nos, devemos esvaziar-nos do eu e do mundo. É somente de homens que fizeram completa rendição ao Espírito que devemos fazer diáconos.
(3). E de sabedoria Os diáconos são para ser homens de discernimento e perícia. A sabedoria aqui mencionada não é sabedoria humana, mas aquela que vem de cima (Tiago 1:5, 3:17). “Senso comum santificado” é perjúrio forense. Não há tal coisa. O senso comum é o pensar comum do homem. E o pensar comum do homem é o pensar da mente carnal. E a mente carnal é inimiga contra Deus (Rom. 8:7). Logo, alguém podia do mesmo modo falar sobre inimizade santificada contra Deus como falar de senso comum santificado. A estima de Deus pelo senso humano achar-se-á em Tia. 3:15. Muito dano resulta de se experimentar levar avante os negócios de Deus segundo a maneira dos negócios seculares. Tiago 1:5 fala como conseguir a sabedoria necessária e um diácono.
2. COMO DADA EM I TIMÓTEO 3
(1). Grave
Isto quer dizer que os diáconos são para ser dignificados, de mente séria e livres de leviandade e frivolidade. Não quer dizer que são para ser soturnos e caras compridas.
(2). Não dúplices
Isto quer dizer que os diáconos não são para ser homens que falem de um gentio a uma pessoa e doutro modo à outra. Os diáconos são para serem homens cuja palavra possa ser crida.
(3). Não dados a muito vinho
Nos tempos do Novo testamento as bebidas alcoólicas não foram abusadas como são hoje; portanto, não eram absolutamente proibidas. Só o abuso delas era proibido. Mas hoje elas têm sido sujeitas a tal abuso que é bom a todos os crentes, especialmente pastores e diáconos, abster-se totalmente mesmo de vinho, exceto para fins médicos e sagrados.
(4). Não cobiçoso de torpe ganância
Um diácono não deve ser um homem que tenha amor regrado pelo dinheiro. Se ele for, ele provavelmente desviará fundos a ele confiados. Grande tem sido a vergonha trazida às igrejas por causa de homens gulosos de torpe ganância abonados com dinheiro da igreja.
(5). Retendo o ministério de fé numa pura consciência
Os diáconos deveriam ser sãos na fé. Não são ensinadores oficiais, mas terão muita necessidade de testemunho privado. Nada senão um batista ortodoxo devera ser eleito diácono. Quem crê que uma igreja é só tão boa como outra, ou um que pelo menos está gafado de modernismo ou arminianismo, ou um que nega qualquer verdade fundamental da Bíblia não está apto para ser diácono. O diácono é para sustentar a fé numa pura consciência – alguém que tenha sido purificado pelo sangue de Cristo e renovado pelo Espírito Santo. Semelhante consciência estará livre de vil egoísmo e hipocrisia e será regulado por devoção e sinceridade.
(6). Sejam estes também primeiro provados
Como com os bispos, assim com os Diáconos; sobre nenhum homem imporíamos mãos repentinas ou apressadamente (1 Tim. 5:22). E como um bispo, um diácono não deveria ser um noviço, ou um vindo de fresco à fé (1 Tim. 3:6). Não deveríamos eleger homens como diáconos só para honrá-los, nem por serem influentes ou ricos, mas somente quando se provaram na posse de qualificações escrituristicas.
] (7). Suas esposas devem ser graves, não aleivosas, sóbrias, fiéis em tudo.
Contendem alguns que aqui são referidas diaconisas. E enquanto esta idéia pareça ter algumas coisas em seu favor, todavia a consideramos longe de ficar estabelecida. Notemos os argumentos costumeiros dados como prova que a referência aqui é a diaconisas:
A. Afirma-se que tal oficio existiu em algumas igrejas do Novo Testamento ao menos, desde que Febe é chamada uma “diakonos” (Rom. 16:1).
Mas “diakonos” aparece em muitos outros logares em que não se quer significar o ofício de diácono. Vide 2 Cor. 2:6, 11:22; Efe. 3:7, 6:21; Col. 1:7,23,25; 1 Tess. 3:2; 1 Tim. 4:6, onde “diáconos” está traduzido por “ministro”. Esta palavra e suas formas cognatas aparecem em muitos outros lugares semelhantes ao acima também. Em vista disto, temos certamente um fundamento muito leve para o ofício de uma diaconisa só porque “diáconos” está uma vez aplicado a uma mulher. É perfeitamente evidente que Febe, por sua energia e sua riqueza, fora uma “socorredora de muitos” e do apóstolo Paulo também (Rom. 16:1); portanto, ela foi chamada uma “diácono”, ou uma que ministra a necessidade de outros. Não há prova de que ela serviu oficialmente nesta capacidade.
B. Supõe-se também, que as mulheres mencionadas em Fil. 4:3 eram diaconisas.
Mas aqui há menos evidência para o ofício do que no caso anterior. Não se dá aqui o mais leve indício que essas mulheres foram diaconisas. Houve algumas mulheres que assistiram a Cristo no Seu trabalho; maravilha se elas também foram diaconisas?
C. Arque-se que tal ofício existiu nas igrejas post – apostólicas.
Mas muitas coisas existiram na maioria das igrejas post – apostólicas que não foram de instituição divina.
D. Diz-se que o “grego não tem “suas esposas”, mas simplesmente mulheres, sem artigo ou pronome, e é, portanto, devidamente vertido, não “suas esposas”, mas mulheres e, neste contexto, diáconos femininas” (H. H. Harvey).
Verdade é que o grego não diz expressamente “suas esposas”, e, enquanto a palavra para “esposas” é uma palavra que signifique simplesmente “mulheres”, contudo é a única palavra em o Novo Testamento para esposas, e é, portanto, a palavra que seria usada para denotar esposas. O pronome possessivo é facilmente entendido desde que diáconos estão sob discussão. Quanto à omissão do artigo, não é isso significante, pois não há artigo antes de diáconos no verso 8. E quando lemos no verso seguinte que o diácono é para ser marido de uma esposa, acrescenta força à idéia que as esposas de diáconos se intencionam no verso 11.
E. Arque-se que não há razão para definirem-se as qualificações das esposas de diáconos enquanto que nada se diz das esposas de bispos.
Não há razão para limitar “suas esposas” às esposas de diáconos. Cremos que se refere tanto às esposas de diáconos como também as de bispos. Semelhante interpretação nada tem a ver contra. E cremos que é correta.
(8). Sejam os Diáconos os maridos de uma esposa, governando bem seus próprios filhos e suas próprias casas.
Um diácono deve ter uma só esposa viva. Deve ter seus filhos em sujeição. Uma das maiores necessidades práticas deste tempo é um reavivamento da autoridade paterna dos velhos tempos. A autoridade frouxa, se autoridade de fato pode ser chamada, na média dos lares cristãos hoje, é uma vergonha e uma desgraça. Não admira que a geração mais jovem é conspícua pela sua ausência aos cultos na maioria dos lugares. São criados a ter seu próprio caminho e não segundo seu próprio caminho ir a igreja. Muitos filhos hoje, na maior parte, obedecem quando lhes apraz. O diácono é para GOVERNAR seus filhos e não para deixar que seus filhos o governem. E o diácono é para ser o cabeça de sua casa, porque a Escritura não só especifica que é para ele governar seus filhos senão também toda a sua casa. O plano divino é para o marido ser o cabeça do lar. Quando o homem é um cristão, e isto é reconhecido, o lar será o mais feliz dos lares. Se o homem não é cristão e a mulher é, então terá ela de fazer o melhor que puder. Se ela era cristã quando casou com ele, ela violou a Palavra de Deus (2 Cor. 6:14), e deve fazer o melhor que puder do castigo que receberá. Tem-se dito e bem verdadeiramente, se uma mulher casa com um filho do diabo, ela pode esperar ter barulho com o seu sogro.
IV. A RECOMPENSA TEMPORAL DE UM DIACONO
O verso 13 dá-nos a recompensa de um diácono. Se ele bem servir como um diácono, ele adquire um bom grau e grande ousadia na fé. O Novo Testamento retrata o diaconato como um ofício exaltado, que tem sido muito degradado por causa de nossa falha em respeitar as qualificações exaradas na Escritura e por nossa alteração da obra de diáconos para assentar as nossas próprias noções.
TRÊS SÃO OS REQUISITOS BÁSICOS PARA A QUALIFICAÇÃO DE UM DIÁCONO.
a) SER IRREPREENSÍVEL = No rol de qualificações apontado por Paulo uma característica geral e indispensável, sem a qual as demais são nulas : ser irrepreensível. É óbvio que ele não se referia a “perfeição”, porque homem algum nesta terra, com exceção de Jesus Cristo, levou uma vida perfeita. Antes o Apóstolo falava de ter “boa reputação” ou estar acima de qualquer suspeita.
Timóteo sobressai-se como exemplo vivido desta qualidade. Quando Paulo chegou a Listra pouco antes do início de sua segunda viagem missionária, vários irmãos falavam de um jovem dinâmico chamado Timóteo. Para ser específico, Lucas registra que os crentes de Listra e Icônio “dele davam bom testemunho“ (At. 16:2) Em outras palavras, Timóteo gozava de boa reputação como crente. Ele era “irrepreensível” aos olhos da comunidade cristã. Não havia falhas específicas em sua vida de crente que trouxesse vergonha a causa de Jesus Cristo. Tito é outro exemplo. Maduro espiritual e psicologicamente, mantendo motivos puros, dando mostras de compaixão e interesse pelas pessoas, demonstrando uma atitude positiva para com o ministério e sempre permanecendo firme no que era certo. Não há melhor maneira de desenvolver boa reputação no mundo cristão e no mundo secular.
b) – MARIDO DE UMA SÓ MULHER: Como é que o crente, - particularmente o crente casado – cria boa reputação? Paulo concentra-se em duas características fundamentais. A primeira é a ser “marido de uma só mulher”.
Há entre os evangélicos discussão considerável sobre o que Paulo quis dizer com esta qualificação. Na verdade o significado mais geral da língua original simplesmente refere-se a “um
“Homem de uma só mulher”. Existe certa ambigüidade gramatical que deve ser interpretada à luz do contexto.
c) – TER UMA FAMÍLIA OBEDIENTE: Outra qualificação fundamental que constrói a reputação do DIÁCONO na comunidade é um lar bem organizado. O DIÁCONO deve ser um homem cujos filhos sejam “crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.” (Tt. 1:6). E, conforme ensina Paulo, deve o DIÁCONO ser um homem que “governe bem a sua própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito” (1 Tm 3:4). nos ensina a Palavra “se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da Igreja de Deus? (1 Tm 3:5)
a) É chamado por Deus. O Ministério não é nenhuma aventura à qual devemos nos lançar sem um propósito definido. Acima de qualquer outro sentimento deve prevalecer a certeza da chamada divina.
b) Crê na eficácia do Evangelho. O Evangelho é a arma do evangelista. Um evangelista sem evangelho é um soldado sem arma. Segundo Paulo, o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Rm 1.16).
C) Empenha-se por alcançar resultados. D. L. Moody, o famoso evangelista leigo americano que viveu no final do século passado, costumava pregar e no final da mensagem dizer aos ouvintes que fossem para casa meditando no que acabavam de ouvir, e, se desejassem aceitar a Jesus, que voltassem a procurá-lo no culto seguinte. Certa noite, após pregar na cidade de Chicago, terminando o culto ele fez essa recomendação. Aconteceu que naquela mesma noite a cidade foi semidestruída por um grande incêndio, quando milhares de pessoas morreram, entre elas muitas haviam ouvido Moody pregar no último culto. Sentindo-se responsável pelo destino eterno dessas pessoas, Sem Cristo, Moody passou a nunca concluir uma mensagem sem antes fazer o apelo.
O OBREIRO E SUA FAMÍLIA
INTRODUÇÃO
Ser obreiro do Senhor é a tarefa mais gloriosa na face da Terra. Além dos galardões a que todo crente tem direito, é previsto um, específico para o obreiro: A coroa de glória (1 Pe 5.2-4). Por outro lado, é a tarefa mais pesada, mais incompreendida e a que exige mais responsabilidade diante de Deus. Ele precisa ser exemplo do rebanho (1 Pe 5.3), exemplo dos fiéis (1 Tm 4.12).
I - O OBREIRO: UM CONTRADITADO
Perante as pessoas, mesmo na igreja, é difícil ser obreiro. Certo artigo, de autoria desconhecida diz: "Se o pastor é ativo, é ambicioso; se é calmo, é preguiçoso; se o pastor é exigente, é intolerante. Se não exige, é displicente. Se fica com os jovens, é imaturo. Se fica com os adultos, é antiquado. Se procura atualizar-se, é mundano. Se não se atualiza, é de mente fechada. Se prega muito, é prolixo, cansativo. Se prega pouco, é que não tem mensagem. Se se veste bem, é vaidoso. Se veste mal, é relaxado. Se o pastor sorri, é irreverente. Se não sorri, é cara dura". O que o pastor fizer alguém pensa que faria melhor.
II - AS QUALIDADES DO OBREIRO E A FAMÍLIA
Na lista de nada menos de 16 qualificações que se exigem para um obreiro (Bispo, Pastor, Presbítero), conforme I Tm 3.1-7 temos destaque para o relacionamento familiar: "marido de uma mulher... que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia; porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?". Nas qualificações previstas para o presbítero, temos igual referência (Tt 1.6). Se ponderarmos, veremos que há um peso muito forte das qualidades familiares no meio das listas de qualificações para ser obreiro.
III - O OBREIRO E O RELACIONAMENTO FAMILIAR
1. O OBREIRO COMO ESPOSO O ministério não dispensa o obreiro dos deveres de esposo. Como tal, ele deve agir da melhor maneira possível. Nenhuma outra atividade exige da família identificação com o trabalho do esposo como a atividade de obreiro.
Como o obreiro pode (e deve) comportar-se como esposo?
1) Amando a esposa. (Ef 5.25-29).
Isso exige demonstrações práticas de carinho, de afeto. (Pv 31.29; Ct 4.1; 1.16), através de palavras, gestos (cf. 1 Jo 3.18). Para muitos, as expressões "eu te amo", "gosto de você" e outras são coisas do passado. Sem essas pequenas coisas, o casamento do obreiro torna-se azedo, sem graça, e pode abrir brecha para a ação do inimigo.
2)Comunicando-se com a esposa.
a) TEMPO PARA A ESPOSA. O obreiro precisa dar tempo para conversar com a esposa; ter diálogo com ela: saber ouvir (Tg 1.19; Pv 18.23).
b) Pensar antes de falar (Pv 21.23). Só falar a verdade (Ef 4.15,25).
c) Desenvolver a Comunicação Significativa. Evitar a comunicação rotineira. Não responder com raiva (Pv 14.29). Não dá silêncio como resposta: é pirraça; não é para crente. Evitar aborrecer(Pv 10.19).
d) Quando errar, PEDIR PERDÃO.(Tg 5.16). PERDOAR (Cl 3.13; 1 Pe 4.8). Não discutir em público. Não discutir diante dos filhos.
3) Zelando pela esposa (Ef 5.29)
Há obreiros que só querem zelo para si..
4) União com a esposa (1 Co 1.10)
5) Cuidar da parte sexual ( 1 Co 7.3,5).
É importante para o equilíbrio espiritual, emocional e físico do obreiro e sua esposa. Quando o casal não vive bem nessa parte, o diabo procura prejudicar o relacionamento, a fim de destruir o ministério e a família.
6) Honrando a esposa (1 Pe 3.7)
Há obreiros que se envergonham de suas esposas. Isso não é de Deus.
7) Compreendendo seu papel de líder no lar. (Ef 5.22; 1 Co 11.3)
É a liderança fundada no amor, "NO SENHOR", e não no autoritarismo. Deve ser exemplo para os lares.
2. O OBREIRO E SEUS FILHOS
1) Vantagens de ser filho de obreiro:
Estão debaixo das bênçãos do ministério do pai. É preciso, no entando, que os pais ensinem que os filhos dos pastores não devem ter privilégios na igreja. Há jovens que se prevalecem da condição de filhos de pastor para cometerem abusos, irreverência. Por vezes, o pai "passa a mão por cima". Isso é ruim.
2) Desvantagens de ser fiho de obreiro:
Dos filhos do obreiro se exige mais do que dos filhos dos outros; são muito olhados; parece que são mais tentados! Daí, a importância da atenção aos filhos.
3) Ataques do inimigo:
a) Comportamento dúbio do pai:
Na igreja é um santo; em casa, neurastênico, violento, sem amor. Isso destrói o lar. Exemplo da família do pastor que quis mudar-se para a igreja.
b) Escândalos na vida do obreiro:
Assassina a confiança dos filhos.
c) Escândalos na vida dos crentes:
Os filhos duvidam da fé, da igreja.
d) Ingratidão da igreja:
Tratamento injusto ao obreiro; mau salário; humilhações.
4) RELACIONAMENTO COM OS FILHOS:
Deve ser o que de todo pai cristão.(Ao lado da esposa).
a) Afeto. (Fp 2.1,2; Sl 2.12; Os 11.1a,4a);
b) Cuidados espirituais. (Dt 11.18-21; Ef 6.4). O culto doméstico é indispensável.
c) Cuidados gerais: Alimento, educação, saúde e demais necessidades.
d) Comunicação: É preciso dar tempo para conversar com os filhos. Não provocá-los à ira (Ef 6.4); não irritá-los (Cl 3.21). PEDIR PERDÃO, quando errar.
e) Disciplina (Hb 12.7; Pv 19.18). Ver Jr 31.20.
3. PRIORIDADES NA VIDA DO OBREIRO E A FAMÍLIA
O obreiro precisa ter visão correta das prioridades do seu ministério. É saber definir o que deve ser feito primeiro numa série de atitudes ou comportamentos. É uma questão de ordem nas coisas.
3.1. Visão equivocada. Normalmente, há muitos obreiros que colocam suas atenções na seguinte ordem:
1) DEUS, 2) IGREJA, 3) OBREIRO, 4) ESPOSA, 5) FILHOS.
Qual o equívoco nessa ordem de coisas? A Bíblia não diz “... em primeiro lugar o reino de Deus?” (Mt 6.33). É verdade. Mas é necessário entender o que deve em primeiro lugar, em segundo, etc., não em importância, mas na ordem das coisas.
O Pastor Paul Yong Cho, de Seul, na Coréia do Sul, teve uma experiência com Deus muito séria nesse assunto. Numa vida de viagens e campanhas evangelísticas, mal tinha tempo para conversar com a esposa. Quase desfaz o seu lar. Orou a Deus e o Senhor disse que ele estava errado e sua esposa estava certa, quando reclamava sua maneira de tratá-la: "Se perderes tua mulher, ninguém mais dará ouvidos ao que disseres. Podes construir uma grande igreja, mas se o teu lar se despedaçar, perderás o teu ministério... a igreja depende de tua vida familiar. Trarás mais desgraça ao ministério com teu divórcio do que todos os outros benefícios... ademais, todos os crentes estão olhando para teus filhos.... teu ministério primário deve ser teus filhos. Eles devem ser os membros principais de tua igreja. Então, juntos, tu, tua esposa e teus filhos edificareis a igreja. CONSIDERA TUA ESPOSA COMO PARTE MUITO IMPORTANTE DO TEU MINISTÉRIO E ALIMENTA TEU RELACIONAMENTO COM ELA". O Pr. Cho reformulou sua vida. Tirou UM DIA para estar só voltado para sua esposa (àquele tempo não tinha filhos). Passou a ORAR JUNTO COM ELA, planejar junto com ela. Os resultados, segundo ele, foram excelentes. O ministério progrediu mais ainda.
Deve ter acontecido o que S. Pedro recomenda em 1 Pe 3.7. 3.2.
Visão correta:
1) DEUS, 2) OBREIRO, 3) ESPOSA, 4) FILHOS, 5)IGREJA.
A igreja por último? Exatamente. Ela é MUITO IMPORTANTE. Para cuidar dela, é necessário:
Primeiro: buscar a Deus (Mt 6.33); Isso é indiscutível.
Segundo: cuidar da própria vida de obreiro(1 Tm 4.16) para ser exemplo (1 Tm 4.12b; Tg 2.12);
Terceiro: cuidar da esposa(1 Tm 3.2a; Tt 1.5,6a; 1 Tm 3.12); A falta desse cuidado tem dado brecha para o Diabo destruir muitos ministérios, outrora tão promissores.
Quarto: cuidar dos seus próprios filhos (antes de cuidar dos filhos dos outros)(1 Tm 3.4-5;5.8). É triste procurar ganhar os filhos dos outros e perder toda a família.
Quinto: CUIDAR DA IGREJA. Ela é o alvo mais importante. Sem as pré-condições, há muito insucesso. No Brasil, já se conhecem diversos casos de obreiros que perderam seu ministério de prestígio nacional e internacional por não entenderem esse assunto. Que Deus nos ajude a compreendê-lo bem e colocar em prática a orientação baseada na Bíblia.
CONCLUSÃO
Esperamos que Deus, o criador da Família, antes mesmo de criar a Igreja ou o Ministério, nos faça entender pelo Espírito Santo, o Professor Excelente, que Ele fez tudo a seu tempo (prioridade) e há tempo para todo o propósito debaixo do céu (oportunidade) e mais ainda que a família tem um importante lugar nas prioridades de Deus. Ela não pode nem deve ser negligenciada. É alto o preço a pagar por aqueles que, em nome da Obra ou da Igreja, não levam em conta o valor da esposa, dos filhos ou da família. Que Deus nos ajude a entender que o primeiro púlpito deve ser o do Culto Doméstico; que as primeiras almas que temos o dever de ganhar para Jesus são nossos queridos familiares.
O OBREIRO E O DIZIMO
Introdução - Dar ! ....... Não dar ? ........
(Artigo publicado numa revista evangélica)
I - O Dízimo está na lei de Deus. 1.300 anos antes de Cristo. Deus ordenou que
seus filhos trouxessem o Dízimo, oferta alçada, oferta voluntária, holocaustos e
outros votos, ao lugar de culto. Deuteronómio 12:5/6, 12:11; 14:22.
I
I - O Dízimo está nos profetas. 800 anos mais tarde, ou 500 anos antes de Cristo.
O profeta do Senhor confirma e atualiza a lei, não só em relação ao Dízimo, mas
também sobre ofertas alçadas, dizendo mesmo ser roubo não pagá-los e
declarando, em nome do Senhor, haver maldição ao infrator. Malaquias 3:7/10.
I
II - O Dízimo está nas palavras de Jesus Cristo. 600 anos após o profeta e 1.300
depois da lei, Jesus Cristo, nosso único mestre Mateus 23:7/10, confirma a lei e os
profetas, e afirma que NINGUÉM DEVE DEIXAR DE PAGAR O DÍZIMO. Mateus
23:23; Lucas 11:42. Portanto, deixar de pagar o Dízimo é ir de encontro à Palavra
de Cristo, é desobedecer a Cristo, é discordar de Cristo, é renegar o ensino de
Cristo.
I
V - O Dízimo está antes da Lei. 2.000 anos antes de Cristo e 700 anos antes da
Lei. Abraão, o patriarca, pagou o Dízimo de tudo ao sacerdote Melquisedec, rei de
Salém, rei da Justiça. Hebreus 7:1/2; Génesis 14:18/20.
V - O Dízimo está em vigor até a volta de Cristo. Jesus Cristo é sacerdote
segundo a ordem de Melquisedec o qual recebeu Dízimo, e não segundo a ordem
levítica. Os filhos de Levi têm ordem, segundo a Lei, de tomar Dizimo, do povo isto
é, dos seus irmãos Hebreus 7:5. Estes, “certamente tomam dízimos homens que
morrem”. “ali”, (Jesus Cristo, o qual toma Dízimo também). “Aquele de quem se
testifica que vive" Hebreus 7:8. Pelas palavras do escritor da carta aos Hebreus,
60 anos depois da palavra de Cristo, vemos o Dízimo pertencendo ao sacerdócio
de Levi e ao sacerdócio de Melquisedec, e Jesus segundo a ordem de
Melquisedec Hebreus 7:21, isto é sacerdote eterno Hebreus 7:24, cujo sacerdócio
está até hoje e para sempre. O Dízimo segundo Hebreus capítulo 7, foi antes do
sacerdócio levítico, durante o mesmo e continua depois do mesmo; é
mandamento portanto da lei e da graça: da velha e da nova dispensação de que
Cristo é o Sumo Sacerdote. Logo o Dízimo é mandamento de Deus, para todos
seus filhos, em vigor, até à volta de Cristo.
CONCLUSÃO:
Quem não paga o Dízimo é porque não concorda com Cristo e Sua Palavra.
Quem não paga o Dizimo não ama a Cristo, João 14:21/24; 15:14, pois é o melhor
modo que Nosso Senhor achou para seus discípulos contribuírem.
4
Quem não paga o Dízimo sofrerá o que está escrito em Mateus 7:21/27; I
Coríntios 16:22. Todo obreiro deve por obrigação e gratidão e exemplo para os fiéis devolver os dízimos.
EVIDÊNCIAS DE UM MAU OBREIRO
a) São parasitas; preguiçosos (Pv 24:30-34
b) São desordenados; desorganizados.
c) São mercenários.
d) São divisionista.
e) São politiqueiros.
f) São carnais
g) São mentirosos (tanto direta como indiretamente).
h) São ambiciosos.
i) São briguentos, insubmissos, violentos, desordeiros Ver Lm 4:3
j) São rebeldes para com Deus, com a doutrina, com seus lideres, com sua Igreja. Ver I Rs 13:26
k) São reclamadores crônicos; reclamam de tudo; reclama sempre, Jesus como o Servo de Jeová era como a “ovelha muda”, que não reclamava. Ver Is 53:7
l) São infiéis nos tratos, nos compromissos, nas promessas nas ofertas nos Dízimos.
m) São independentes isolados
• Para não darem satisfação de seus atos
• Para não submeterem-se a ninguém
• Ver o caso do Obreiro de Lc 9:49
Exemplos Bíblicos de Maus Obreiros
O assunto de maus Obreiros não é novo; a Bíblia menciona maus obreiros.
Textos: Jr 6:13; 50:6; Ez 34:2,10; Lm 4:13; Mq 3:11: Os 4:6; Zc 11:17; Mt 25:25
Sintomas de Imaturidade no Obreiro (que também pode ser doença)
• Insegurança constante
• Emoções descontroladas, extremadas (negativas ou positivas)
• Irritadiço sempre que for contrariado.
• Egocentrismo; egoísmo.
• Vingativo.
• Inveja e ciúme descabido.
• Facilmente influenciável por “doutrinas, novas revelações”, e por outras pessoas.
• Exaltação, vanglória, presunção, espírito vaidoso.
EVIDÊNCIAS DE UM BOM OBREIRO
a) Amor divino em seu coração (Jo 21:15) Ver Sl (97:10).
b) Santidade. Santidade concernente aos Obreiros: Is 52:11; Tt 1;8.
c) Plenitude do Espírito Santo na vida; vida cheia do Espírito Santo.
d) Paciência (Gl 5;22).
e) Fé e fidelidade (II Tm 2:2; I Co 4:2).
f) Fidelidade, inclusive nas finanças da Igreja. A Igreja e o povo em geral julgam o Obreiro pelos seus dons e dotes, mas Jesus julga-nos pela nossa fidelidade e amor,como seus servos.
g) Humildade, inclusive quando o Obreiro passa (de dirigente para dirigido;
h) Espírito perdoador.
i) Conhecimento, sabedoria, e inteligência (Pv 3:13)(Cl 1:9; 2:2; Is 11:2)
• Qualquer pessoa que estudar o curso da historia humana perceberá que a humanidade está sempre crescendo em conhecimento, e cada vez mais diminuindo em sabedoria.
j) Maturidade (Ec 10:16 I Tm 3:6) Obs: A marcha ré e a única que acende a luz.
CREDO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS
Cremos em um só Deus, eternamente subsistentes em três pessoas: o pai, o filho e o Espírito Santo (Dt 6:4; Mt 28:19 e Mc 12:29).
Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada única regra infalível de Fé normativa para a vida eo caráter cristão (II Tm 3:14-17).
Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória,em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céu (Is7.14;Rm8.34 e At 1.9).
Na pecaminosidade do homem que o destitui da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo e que pode restaurar a Deus (Rm3.23 e At3.19).
Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do espírito santo e da palavra de Deus, para torna o homem digno do reino dos céus (Jo3.3-8).
No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebida gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At10.43;Rm10.13;3.24-26 e Hb7.25;5.9).
No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro um só vez em águas, em nome do pai,do filho e do Espírito santo,conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19;Rm 6.1-6 e Cl 2.25).
Na necessidade e na possibilidade que temos de viver santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no calvário, através do poder regenerado inspirador e santificador do espírito santo,que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).
No batismo Bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1:5; 2:4; 10:44-46; 10:1-7).
Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (I Co 12:1-12)
Na segunda vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira invisível ao mundo, para arrebatar sua Igreja fiel da terra antes da grande tribulação; segunda visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (I Ts 4:16,17; I co 15:51-54; Ap 20:4 Zc 14:5 e Jd 14)).
Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de cristo, para receber a recompensa de seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (II Co 5:10).
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20:11-15).
E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25:46).
Fonte CGADB Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil.
OITO RAZÕES PORQUE DEVEMOS SER FRUTIFEROS
TEXTO : JOÃO 15: 1-16
INTRODUÇÃO: Embora possua beleza, a videira não é planta ornamental. Além disso, sua madeira não serve para construir casas ou fabricar móveis. Portanto, sua utilidade está em produzir frutos. O cristão só será útil para Deus e para a humanidade se produzir fruto. Não estamos neste mundo como enfeite. Aquele que não produz ocupa inutilmente a terra (Lc.13.7). Aquele que faz o mal, além de inútil, é prejudicial.
1º SOMOS DISCIPULOS DE JESUS (Não existe discípulo de Jesus infrutífero) João 15:2 Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto.João 15:6 Quem não permanece em mim é lançado fora, como a vara, e seca; tais varas são recolhidas, lançadas no fogo e queimadas. João 15:8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
.2º PORQUE O NOME DE DEUS SERÁ GLORIFICADO João 15:8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. João 17:4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer.Mateus 5:16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
3º A NOSSA ALEGRIA SERÁ COMPLETA: João 15:11 Estas coisas vos tenho dito, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. Galatas 6:4 Mas prove cada um a sua própria obra, e então terá motivo de glória somente em si mesmo, e não em outrem; •II TIMÓTEO 2:6 O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos frutos.
4º QUANDO FRUTIFICAMOS ENCHEMOS O CORAÇÃO DE JESUS DE ALEGRIA: João 15:11 Estas coisas vos tenho dito, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
5º JESUS NOS ESCOLHEU: João 15:16 Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. II TESSALONICENSES 2:13 Mas nós devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a santificação do espírito e a fé na verdade.
6º PORQUE JÁ ESPERITAMOS O AMOR DE JESUS CRISTO: João 15:9,10 Como o Pai me amou, assim também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. João 13:34 Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. II CORINTIOS 5:14 Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se um morreu por todos, logo todos morreram;
7º POR CAUSA DO AGRICULTOR QUE QUER VER OS FRUTOS: João 15:2 Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto Disse então ao viticultor:Lucas 13: 7-9 Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente?8 Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume;9 e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.
8º HÁ ÚNICA MANEIRA DE ALCAÇARMOS O MUNDO E DANDO FRUTOS: (3 FRUTOS 1º DIGNO DE ARREPENDIMENTO 2º FRUTOS DO ESPIRITO 3º FRUTO DA ALMA) GÊNESIS 17:6 far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; ROMANOS 8:22 Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora;
CONCLUSÃO:
“Não que eu o tenha recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Jesus Cristo. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus .” (Fl. 3 : 12 - 14) Assim achamos que é válido tentar melhorar, aprender coisas novas, atualizar as que já sabemos, planejar coisas futuras e seremos mais que vencedores porque maior é o que está em nós do que o que está no mundo.
Pastor Denis Gomes
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